segunda-feira, 4 de maio de 2020

Minha Laranjeira


Minha Laranjeira
Há mais ou menos 05 anos atrás degustei uma saborosa laranja. Adocicada mas, não muito. Vida fervilhando em cada gomo. perfeita acidez. Odor delicioso. Ao primeiro olhar fiquei encantada. Ao ter contato com a fruta meu corpo sorriu e com prazer exultou. Indescritível sensação tomou conta de meu ser ao degustá-la. Reverenciei à natureza que se faz em alimento. Agradeci à Deus pela oportunidade de saborear esta fruta, de poder vê-la, sentí-la dentro de meu corpo. Minha mente exultava em prazer. Meu corpo estremecia ao seu sabor. Separei dela as sementes e de sua casca fiz um poderoso doce .Eu e a laranja ficamos unidas e nos sentimos parte uma da outra. As sementes foram para um vaso com terra e depois de um tempo, uma semente especial explodiu em vida. Lançou ao céu suas primeiras folhas. perfurou a terra com sua raíz diminuta, forte e determinadamente se fixou ao solo buscando nele seus nutrientes. Todos os dias acompanhei o crescimento dela. Acariciei suas primeiras folhas e seu tronco fino e delicado. Seu crescimento foi lento mas seguro. Conversar com ela era e é divertido. Assim, ela cresceu. Folhas de fresco verdume e odor inigualável. Muitas vezes pedi 03 folhas e fiz um chá delicioso. Outras vezes, usava 01 folha como perfume. Querida laranjeira cuja semente esteve em minha boca. Como um filho que precisa de espaço para crescer, minha laranjeira também assim precisou. Temerosa, levei-a para a calçada em frente a minha casa. Conversamos antes disto. Ela era um bonzai natural fixado em um balde azul. Ali na calçada ela não ficou só. Outras árvores já minhas conhecidas estavam lá e a minha espada de São Jorge também. Sei que foi difícil para ela se convencer de sua potencialidade. Acostumada num balde como casa se sentiu temerosa durante algum tempo. Ali ficou uns anos quietinha mas, todos os dias eu passava lá. retirava insetos que queriam se hospedar nela. Regava-a. Vi seu tronco tomar força e vigor. Ela estava consciente de não ser mais um bonzai e que estava livre para crescer e frutificar. Vi seus primeiros espinhos aparecerem qual agulhas pontudas, proteção natural das laranjeiras. Há um tempo atrás batemos um belo papinho : disse-lhe que achava que eu não teria tempo para ver-lhe flores e frutos. Seu crescimento lento, sua infância e adolescência eu já havia visto mas, achava que sua fase adulta e fértil eu não presenciaria. Setembro chegou ( 2016 é o ano ) . Meu aniversário é dia 11 de setembro. Faço 67 anos. Hoje é dia 05 de setembro de 2016 e recebi meus primeiros presentes de aniversário. Minha laranjeira está florindo. Estou emocionada. Flores pequenas, brancas, lindas onde abelhinhas vêm buscar o doce pólen. Algumas flores já estão dando origem aos frutos miúdos, verdinhos, uma pequenina bolinha que irá se transformar numa laranja. Querida laranjeira, filha adotiva, agora adulta. Cresceu, mostrou seu vigor, sua altivez. Que mais posso querer como presente? Agora estou esperando o crescimento de suas frutas mas existe uma preocupação. As crianças terão respeito e deixarão suas frutas amadurecerem ? Crianças são curiosas e alguns adultos também. Como encarar o perigo que suas frutas estão correndo? Vou tentar protegê-la para que seu ciclo se complete. Ah!! esqueci de contar que ela já abrigou um ninho de passarinhos e já começa a dar sombra fresca aos que passam pela calçada.
Obrigada laranjeira pelo presente que você me ofertou.
Obrigada a Ti, Deus de meu coração por me ter encantado com aquela bela laranja no supermercado.
Presente de Deus, presente de visa, presente da vida.
SolCira
2016

Livro Só  04

Era isso que eu temia, ele é poderoso


Era isso que eu temia, ele é poderoso.
Eu vi e não vou contar mas, se enrola como uma serpente subindo no corpo, na alma da gente. 
Gelando, petrificando, fazendo a carne tremer no sombrio desejo de amar. 
A água escorre na pele provocando fumaça no espelho. 
Seja lá o que te persegue não se encontra aqui. 
A fé que você quer está no rosário em teu pescoço e na cruz entre teus seios.
 A escuridão que havia se foi dissolvida no batom que avermelha tua boca. 
Máscaras de vivos olhos perseguem teu andar. 
A escultura prateada vira seu rosto em sorriso debochado, fala, troca a espada por uma caneca sanguinolenta. Adormecido o corpo, a mão se deleita em prazerosos toques.
 O grito atordoante se espalha . 
O cão que late e assusta os ouvidos envolvidos em um sussurrante falar.
 Ele sabe onde você está e te persegue, não há onde se esconder, onde calar os gemidos ressonantes. 
A janela é fuga, libertação da prisão dentro e fora do quarto ameaçador. 
No rosto de dourado angelical surge a voz satânica do mal. 
O corpo se eleva possuído, não se debate e, com serenidade pousa sobre os brancos lençóis.

 SolCira
2013
 Após assistir O último exorcismo parte 02

Livro Só 04

domingo, 3 de maio de 2020

Quarto andar de um lugar qualquer


Quarto andar de um lugar qualquer
Quarto andar de um lugar qualquer
Limpeza, luzes, vidas diversas
Cheirinho de pipoca, cachorro quente, sorvete, salada de frutas
Dois grandes restaurantes em perfeita ebulição
As escadas rolantes sobem e descem sem parar
A clara-bóia ilumina, dá brilho, chama a alegria, ao bem estar
Ao chegar uma olhada rápida ao centro
Dali, encostando no para-peito você olha para baixo
A perspectiva é forte, vai ao primeiro andar
Visão extraordinária     O olhar é rápido, assusta     O desejo de voar, abolir distâncias
Chegar mais rápido que todos
Ser o primeiro no primeiro andar
É envolvente     É liberdade     É deixar tudo para trás
É cair... cair... sumir... acabar
O som surdo no chão do primeiro andar
O sangue vermelho se espalha no piso brilhante
O corpo do homem quadriculado marca a história de Natal
Ali, para sempre, uma lembrança
Ali, milhões passarão em cima da vibração da morte
Pisarão o local da desesperança     Nenhum marco será ali levantado
Simplesmente alguém se jogou do quarto andar e morreu
Morreu de amor, de paixão, de desejo, desventura
Na tarde luminosa, no chão luminoso
Na luz de uma alma que se esvai em luz para a luz
SolCira
22DEZ2017
Livro Só 04

O que tem a comunicação com o rio


O que tem a comunicação com o rio
Sei que a comunicação não pode ser estanque e ela varia como varia a sociedade ,com a atualidade  tecnológica, com o local onde vivemos .Antigamente, e isto não é tão longe assim, a comunicação era feita através de cartas ou recados enviados oralmente ou por bilhetes.
Nas escolas eram ensinados a escrever uma carta e bilhetes a amigos. Bilhetinhos para lá, bilhetinhos para cá.Comunicados assinados, datados, cartas longas, curtas, cartões postais.O rádio era a novidade e vi " o rádio de pilha " entrar nos ombros de meu pai que, sorria dando um susto em mim e em minha mãe.
Rádio que nos acompanhou durante anos seguidos. O tamanho qual um tijolo, cor de papel pardo não muito escuro, couro cobrindo toda a superfície. Tinha uma alça para segurar e enfeites dourados. O dial era uma grande circunferência transparente. As pilhas eram enormes e o som bem alto. Nunca precisou de concerto e um belo dia parou. Ficou enfeitando o armário até que não o vi mais.
Como tudo na vida há um tempo determinado para findar.
Morávamos perto de um rio. Em suas margens eu brinquei com outras crianças, vi peixinhos, os famosos barrigudinhos mas haviam também os coloridos, com caudas longas bamboleantes. Do outro lado da margem caminhões pegavam areia. meu pai dizia que era para ser usada em obras. Era bom sentir o sol morno e brincar em suas margens de areia branca.
Interessante. Hoje este rio está manilhado, desapareceram as margens, os peixes, a vegetação. Nos pés de mamonas nós fazíamos guerra. haviam frutinhas que chamávamos de uvinhas do mato e que eram adocicadas. E o melão de São João Caetano com suas semente vermelhinhas era uma douçura. Os talos das folhas da mamona seriam para atirar bolinhas de papel ou fazer flautas mágicas.Quando a chuva era forte demais o rio enchia, trazia cães, cavalos, armários, troncos de árvores. Muitos animais não conseguiam sobreviver à sua fúria, a água ficava escura, tremendamente escura. Muitas vezes nossa casa chegou a ser inundada e me lembro que certa vez meu pai me colocou em cima da mesa para que eu ficasse protegida das águas do rio. Depois que as água baixavam íamos ver o que havia sobrado. O rio virava um mar em fúria e depois se acalmava.Assim como eu ia até ele ele vinha até mim. Rio danado cheio de lembranças infantis, hoje encanado.
Em alguns lugares ele ainda aparece e me traz lembranças de um tempo que se foi e que só se encontra em um local escondidinho de minha mente.
Há algum tempo atrás passei por cima dele, tudo asfaltado, comércio e ruas foram abertas mas, tenho certeza que ele estava lá como ainda vai estar mesmo quando meu corpo se acabar.
SolCira
18/07/2016


Faz parte do Livro Só 04

Lembranças dentro de uma caixa de biscoitos


Lembranças dentro de uma caixa de biscoitos
Numa caixa retangular de metal, já envelhecida pelo tempo, antiga embalagem de Biscoitos Aimoré, traz guardado em seu interior pequenas lembranças de vida.
Esta caixa tem por mim reverência pois é muito mais idosa que eu. Caixa de Pandora.
Sua tampa mostra esmaecida a figura de alguns papagaios verdes, vermelhos e azuis.
Abri-la é minha intenção e pela curiosidade que causei em você irei contar algo de seu interior.
Esta é uma das caixas que me acompanha desde criança. É a primeira que abrirei.
Ela oferece resistência mas consigo abri-la.
Aparecem retratos, postais, negativos ( se você não sabe, negativo é a revelação de uma foto numa película semi-transparente ), etc.
Contar algo destas fotos é um exercício de grande prazer, mas também de tristeza.
Em fevereiro de 1969, Celio participou de uma viagem à Bahia e aparecem aqui algumas fotos marcando esta viagem, a primeira é a Igreja de Monte Serrat, o farol, o forte, o Pelourinho, a Catedral de Salvador.
Posso ver o olhar entristecido que mostravas nas fotos, e creio ser por estar longe de mim..
Aparece uma série de fotos feitas em novembro de 1969 onde Célio esteve em Curaçao, Porto Rico, etc.
Esta viagem foi feita à bordo do NAEL Minas Gerais.
Uma galera de sunga e óculos escuros aparece sorridente pegando um solzinho em meio à viagem, na pista do Navio Aeródromo. Achei interessante a foto de Célio à frente de  um avião que está no navio, um brutamontes com as asas dobradas para cima. Pasmem, para caber vários aviões no navio as asas são móveis e podem ser dobradas como se fossem brinquedinhos ( hoje penso nos transformers ).
Ri muito quando ele mostrou uma foto com mais 04 colegas. Eles estavam num bar, disse ele que era o único bar aberto às 24:00 para que eles pudessem tomar um refrigerante. Olho bem a foto e vejo que realmente a mesa tem refrigerante. Um bando de marujos, fardados de branco, à meia-noite, num bar em Curaçao, tomando refrigerante. Esqueci um detalhe, uma vitrola, destas de bar, onde se coloca uma moeda e se escolhe a música...
Nesta viagem ele registrou o abastecimento de óleo feito no A11 Nael Minas Gerais pelo Petroleiro G27  Marajó, em alto mar.
Numa outra série de fotos aparece uma viagem à Espanha e Portugal. O frio intenso mostravam os marujos enluvados, em seus uniformes de cor azul-marinho, no cais de Lisboa onde se vê o Museu da Marinha em Lisboa e um jardim onde vejo uma estátua que eles acharam bonita, um homem peladinho, sentado numa pedra olhando interessado alguma coisa que segura em sua mão esquerda. De longe e pelo amarelamento da foto posso ver a força da musculatura e dos pequenos detalhes da estátua.
Na Espanha, mais correto em Cadiz, eles passaram pela Praça das Pombas, fazendo jus ao nome pois várias pombas estavam ali ( pombas racionais e irracionais ). Uma diversão a mais para os pobres marujos, longe de sua pátria mãe. Eles estavam de braços cruzados e muito indignados pois uma senhora passou e parou no exato momento da foto. Se fosse uma das palomitas da praça eles estariam mais contentes.
A máquina de retratos era automática e com um dispositivo temporizador e numa das fotos, após algum tempo esperando o clique da foto, Célio achou que estava demorando muito e se dirigiu até a máquina, só, que então clik. Foto pela metade.
Que impaciência, meu amor. A máquina te pegou numa surpresa.
Numa das fotos há um passeio de charrete pelas ruas de Cadiz mostrando várias crianças ao redor deles que jogavam moedas brasileiras, ao avanço. Crianças e marujos em plena diversão.. Nesta foto noto as casas com varandas floridas.
Voltando para o Brasil houve uma parada na Bahia, uma visita ao Pátio da Faculdade de Medicina, ao Museu de etnologia e uma linda estátua que parecia com Netuno com uma sereia.
Um amigo que conheci nesta época foi Arnaldo, nossa amizade ficou por longos anos. Ele, Josira e Bruno são pessoas que vivem em minha recordação.

SolCira
2016


Livro Só 04

segunda-feira, 21 de maio de 2018

Pimenta malagueta

JINDUNGO (PIRI-PIRI) - PARA QUEM O SAL É PREJUDICIAL

Jindungo ou Gindungo, Piripiri, Malagueta, não importa qual dos nomes

Quem coloca o Gindungo no dia-a-dia está levando, além de tempero, uma série de medicamentos naturais: analgésico, anti-inflamatório, xarope, vitaminas, benefícios que os povos primitivos descobriram há milhares de anos que agora estão sendo comprovados pela ciência.

O gindungo faz bem à saúde e seu consumo é essencial para quem tem enxaqueca.
Esta afirmação pode cair como uma surpresa para muitas pessoas que, até hoje, acham que o condimento por  ser muito picante deve ser evitado.

O gindungo traz consigo alguns mitos, como por exemplo o de que provoca gastrite, úlcera, pressão alta e até hemorróidas..
Nada disso é verdade. Por incrível que pareça, as pesquisas científicas mostram justamente o oposto!

A substância química que dá ao gindungo o seu carácter ardido é exactamente aquela que possui as propriedades benéficas à saúde.
No caso da pimenta-do-reino, o nome da substância é piperina.
No jindungo, é a capsaicina.
Surpresa! Elas provocam a libertação de endorfinas verdadeiras morfinas internas, analgésicos naturais extremamente potentes que o nosso cérebro fabrica!
O mecanismo é simples: Assim que se ingere um alimento apimentado, a capsaicina ou a piperina activam receptores sensíveis na língua e na boca. Esses receptores transmitem ao cérebro uma mensagem primitiva e genérica, de que a sua boca estaria pegando fogo. Tal informação, gera, imediatamente, uma resposta do cérebro no sentido de salvá-lo desse fogo: você começa a salivar, sua face transpira e seu nariz fica húmido, tudo isso no intuito de refrescá-lo.

Além disso, embora a pimenta não tenha provocado nenhum dano físico real, seu cérebro, enganado pela informação que sua boca estava pegando fogo, inicia, de pronto, a fabricação de endorfinas, que permanecem um bom tempo no seu organismo, provocando uma sensação de bem-estar, uma euforia, um estado alterado de consciência muito agradável, causado pelo verdadeiro banho de morfina interna do cérebro.
E tudo isso sem nenhuma gota de álcool!
Quanto mais arder o gindungo, mais endorfina é produzida!
E quanto mais endorfina, menos dor e menos enxaqueca.

E tem mais: as substâncias picantes do gindungo (capsaicina e piperina) melhoram a digestão, estimulando as secreções do estômago.
Possuem efeito carminativo (anti flatulência).
Estimulam a circulação no estômago, favorecendo a cicatrização de feridas (úlceras), desde que, é claro, outras medidas alimentares e de estilo de vida sejam aplicadas conjuntamente.
Existem cada vez mais estudos demonstrando a potente acção antioxidante (anti envelhecimento) da capsaicina e piperina.

Pesquisadores do mundo todo não param de descobrir que o gindungo, tanto do género piper (pimenta-do-reino) como do capsicum (gindungo), tem qualidades farmacológicas importantes. Além dos princípios activos capsaicina e piperina, o condimento é muito rico em vitaminas A, E e C, ácido fólico, zinco e potássio. Tem, por isso, fortes propriedades antioxidantes e protectores do DNA celular.
Também contém bioflavonóides, pigmentos vegetais que previnem o câncer. Graças a essas vantagens, a planta já está classificada como alimento funcional, o que significa que, além de seus nutrientes, possui componentes que promovem e preservam a saúde.
Hoje ela é usada como matéria-prima para vários remédios que aliviam dores musculares e reumatismo, desordens gastrintestinais e na prevenção de arteriosclerose.
Apesar disso, muitas pessoas ainda têm receio de a consumir pois acreditam que possa causar mais mal do que bem.
Se você é uma delas, saiba que diversos estudos recentes têm revelado que o gindungo não é um veneno nem mesmo para quem tem hemorróidas, gastrite ou hipertensão.

DOENÇAS QUE O JINDUNGO CURA E PREVINE

Baixa imunidade
O gindungo tem sido aplicada em diversas partes do mundo no combate à SIDA (aids) com resultados promissores.

Câncer
Pesquisas nos Estados Unidos apontam a capacidade da capsaicina de inibir o crescimento de células de tumor maligno na próstata, sem causar toxicidade. Outro grupo de cientistas tratou seres humanos portadores de tumores pancreáticos malignos com doses desse mesmo princípio activo. Depois de algum tempo constataram que houve redução de 50% dos tumores, sem afectação das células pancreáticas saudáveis ou efeitos colaterais.
Já em Taiwan os médicos observaram a morte de células cancerosas do esófago.

Depressão
A ingestão da iguaria aumenta a liberação de noradrenalina e adrenalina, responsáveis pelo nosso estado de alerta, que está associado tb à melhora do ânimo em pessoas deprimidas.

Enxaqueca
Provoca a liberação de endorfinas, analgésicos naturais potentes, que atenuam a dor.

Esquistossomose
A cubebina, extraída de um tipo de pimenta asiática, foi usada em uma substância semi-sintética por cientistas da Universidade de Franca e da Universidade de São Paulo. Depois do tratamento (que tem baixa toxicidade e, por isso, é mais seguro), a doença em cobaias foi eliminada.

Feridas abertas
É anti-séptica, analgésica, cicatrizante e anti-hemorrágica quando o seu pó é colocado directamente sobre a pele machucada.

Gripes e resfriados
Tanto para o tratamento quanto para a prevenção dessas doenças, é comum recomendar a ingestão de um pequeno gindungo por dia, como se fosse uma pílula.

Hemorróidas
A capsaicina tem poder cicatrizante e já existem remédios com gindungo para uso tópico.

Infecções
O alimento combate as bactérias, já que tem poder bacteriostático e bactericida, e não prejudica o sistema de defesa. Pelo contrário, até estimula a recuperação imunológica.

Males do coração
O gindungo caiena tem sido apontada como capaz de interromper um ataque cardíaco em 30 segundos.. Ela contém componentes anticoagulantes que ajudam na desobstrução dos vasos sanguíneos e activam a circulação arterial.

Obesidade
Consumida nas refeições, ela estimula o organismo a diminuir o apetite nas seguintes. Um estudo revelou que o gindungo derrete os stocks de energia acumulados em forma de gordura corporal. Além disso, aumenta a temperatura (termogénese) e, para dissipá-la, o organismo gasta mais calorias. As pesquisas indicam que cada grama queima 45 calorias.

Pressão alta
Como tem propriedades vasodilatadoras, ajuda a regularizar a pressão arterial.



Fonte: Publicação de Manuel Dias no Forum Intemporal




terça-feira, 6 de junho de 2017

Duas receitas com leite condensado

Primeira
Ingredientes
01 lata de leite condensado
01 lata de creme de leite
02 xícaras de leite em pó
01 envelope de gelatina sem sabor
01 envelope de suco ( qualquer sabor )

Modo de fazer
Hidratar a gelatina com 04 colheres de água morna.
Misturar separadamente o leite condensado + creme de leite + envelope de suco.
Acrescentar o leite e a gelatina.
Colocar em geladeira.


Segunda
Ingredientes
01 lata de leite condensado
Suco de 02 limões
01 lata de creme de leite
01 caixa de biscoito Bis sabor limão ou outra marca. Pode usar qualquer biscoito Waffer.
Raspas de limão

Modo de fazer
Bater o leite condensado com o suco de limão.
Misturar o creme de leite.
Picar os biscoitos separadamentar para montar o doce.
Num recipiente colocar o creme obtido e decorar com os biscoitos picados.


Ainda não fiz estas receitas mas devem ser gostosas demais.
SolCira
2017